GeoSítios
terça-feira, 6 de abril de 2010
Dilúvio: O caso de Alcântara - São Gonçalo - RJ - 06/04/2010
O Rio Alcântara Transborda e inunda todo o centro de Alcântara, o transformando numa verdadeira corredeira !!!!!!!!
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Geração de Lucro é impecílho para o direito a cidade
23/03/2010 - Geração de lucro do capitalismo é empecilho à garantia plena do direito à moradia digna e à cidade, afirmam Harvey e Rolnik
O Fórum Social Urbano foi aberto nesta segunda-feira com alguns dos maiores pensadores do Direito à Cidade no Brasil e no mundo.
O geógrafo norte-americano David Harvey, dividiu a mesa de abertura com as brasileiras Raquel Ronilk, relatora da Onu sobre habitação, e Ermínia Maricato, professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP.
Para Harvey (foto ao lado), os principais problemas que a humanidade enfrenta hoje: a pobreza, a marginalidade, a degradação ambiental, não podem ser encarados sem levar em conta o viés urbano.
“As soluções apresentadas por governantes e pela ONU é mais expansão de mercado, microcrédito, como se o dinheiro fosse resolver todos os problemas. Há quanto tempo o capitalismo está instalado? Então, porque não surgiram soluções dentro do próprio capitalismo para a pobreza e para as questões ambientais?”, questionou Harvey.
Para o geógrafo, o capitalismo tem investido cada vez mais em espetáculos, como jogos, filmes e eventos, ao invés de investir em produção material, justamente porque essas coisas não duram, acontecem e depois desaparecem.
“Há governos e cidades com problemas por causa desse tipo de investimento, a Grécia, por exemplo, enfrenta grave crise financeira porque investiu na construção de infraestrurura para os jogos olímpicos, espaços que hoje não servem mais para nada e, agora, o governo está endividado”, disse.
Raquel Rolnik (foto ao lado), relatora da ONU sobre o direito à moradia, afirma que têm assistido aos mesmos problemas em várias partes do mundo.
“Hoje, acabou a história do centro x periferia como relação ente países desenvolvidos e subdesenvolvidos em nome de um só modelo, unificado e global, que se reproduz em cada país. A terra, esse bem tão fundamental, a conexão dos seres humanos com seu modo de vida, passa a ser apenas um meio de reprodução do capital, somente para quem possui esses meios, excluindo aqueles que não têm acesso nem recursos”, afirmou Rolnik.
Para a relatora, a luta pelo direito à moradia e à cidade, é também uma luta pela justiça e pela igualdade, mais do que necessária e urgente.
O Fórum Social Urbano acontece no Centro do Rio de Janeiro, paralelamente ao evento organizado pela Onu, até o dia 26 de março.
Veja aqui a programação completa do Fórum Social Urbano
Serviço: Fórum Social Urbano
Entrada Franca
22 a 26 de março, das 9h às 18h30
Centro Cultural da Ação da Cidadania contra a Fome
Rua Barão de Tefé, 75, Saúde, Rio de Janeiro
O Fórum Social Urbano foi aberto nesta segunda-feira com alguns dos maiores pensadores do Direito à Cidade no Brasil e no mundo.
O geógrafo norte-americano David Harvey, dividiu a mesa de abertura com as brasileiras Raquel Ronilk, relatora da Onu sobre habitação, e Ermínia Maricato, professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP.
Para Harvey (foto ao lado), os principais problemas que a humanidade enfrenta hoje: a pobreza, a marginalidade, a degradação ambiental, não podem ser encarados sem levar em conta o viés urbano.
“As soluções apresentadas por governantes e pela ONU é mais expansão de mercado, microcrédito, como se o dinheiro fosse resolver todos os problemas. Há quanto tempo o capitalismo está instalado? Então, porque não surgiram soluções dentro do próprio capitalismo para a pobreza e para as questões ambientais?”, questionou Harvey.
Para o geógrafo, o capitalismo tem investido cada vez mais em espetáculos, como jogos, filmes e eventos, ao invés de investir em produção material, justamente porque essas coisas não duram, acontecem e depois desaparecem.
“Há governos e cidades com problemas por causa desse tipo de investimento, a Grécia, por exemplo, enfrenta grave crise financeira porque investiu na construção de infraestrurura para os jogos olímpicos, espaços que hoje não servem mais para nada e, agora, o governo está endividado”, disse.
Raquel Rolnik (foto ao lado), relatora da ONU sobre o direito à moradia, afirma que têm assistido aos mesmos problemas em várias partes do mundo.
“Hoje, acabou a história do centro x periferia como relação ente países desenvolvidos e subdesenvolvidos em nome de um só modelo, unificado e global, que se reproduz em cada país. A terra, esse bem tão fundamental, a conexão dos seres humanos com seu modo de vida, passa a ser apenas um meio de reprodução do capital, somente para quem possui esses meios, excluindo aqueles que não têm acesso nem recursos”, afirmou Rolnik.
Para a relatora, a luta pelo direito à moradia e à cidade, é também uma luta pela justiça e pela igualdade, mais do que necessária e urgente.
O Fórum Social Urbano acontece no Centro do Rio de Janeiro, paralelamente ao evento organizado pela Onu, até o dia 26 de março.
Veja aqui a programação completa do Fórum Social Urbano
Serviço: Fórum Social Urbano
Entrada Franca
22 a 26 de março, das 9h às 18h30
Centro Cultural da Ação da Cidadania contra a Fome
Rua Barão de Tefé, 75, Saúde, Rio de Janeiro
terça-feira, 16 de março de 2010
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Resumo de descrição Biogeográfica da região do Médio Paraíba
Descrição biogeográfica
Como parte do segundo capitulo do trabalho regionalizará, ou seja, dividiremos o território do Médio Paraíba em duas partes; a Região Industrial do Médio Paraíba que é formada pelos municípios de Barra do Piraí, Barra Mansa, Itatiaia, Pinheiral, Piraí, Porto Real, Quatis, Resende, Rio Claro e Volta Redonda. A maior parte do território dessa região corresponde à porção sul do Vale do Médio Paraíba do Sul. Esse rio e seus tributários (afluentes) sofreram profundas mudanças em suas vazões para o abastecimento de água e produção hidroelétrica e ainda, o rio está submetido a ação poluidora das atividades industriais da região.
A outra região conhecida como Região Turístico-cultural do Médio Paraíba é compreendida pelos municípios Paulo de Frontin, Mendes, Miguel Pereira, Paraíba do Sul, Paty do Alferes, Rio das Flores, Valença e Vassouras.
No século XIX, os municípios dessa região comandaram a economia da então província do Rio de Janeiro, com a cafeicultura, porem com o fim desta atividade as áreas degradadas se tornou improdutivas transformando-se em pastagens. Atualmente sua economia está apoiada na agropecuária, no turismo rural e cultura, no ecoturismo e os esportes de aventura. A região apresenta ainda os Pólos Universitários de Vassouras e Valença.
A Região Industrial do Médio Paraíba apresenta grande crescimento nos setores siderúrgico, metalúrgico e automotivo, principalmente nos municípios de Volta Redonda, Resende e Porto Real, sendo apoiado pela reestruturação do Porto de Sepetiba, tornando esta região um novo Pólo Industrial Regional.
A Região Turístico-cultural do Médio Paraíba, do ponto de vista biogeográfico, é caracterizado por fragmentos de Mata Atlântica pouco protegidas, ampliando a vulnerabilidade ambiental devido à grande atração e concentração de população para essas regiões.
Esta região está inserida na sub-regionalizacao geomorfológica do Vale do Paraíba, sendo caracterizadas por escarpas e reversos de Serra do Mar, encontradas florestas semi-desiduais e formação fitoecológica. Também podemos observar áreas de florestas ombrófilas densas.
Os remanescentes da mata são protegidos por parques estaduais e reservas biológicas, como a Reserva do Tinguá, da Serra da Concórdia em Valença e de Itatiaia.
Gestão Ambiental Regional : Médio Paraíba
Gestão ambiental Regional: Médio Paraíba
A região do Médio Paraíba, localizada ao sul do estado do Rio de Janeiro, foi de vital importância para a história do Brasil, uma vez que, foi naquela localidade onde se desenvolveu a cultivo do café, que num dado momento foi o carro chefe da economia do nosso país, por volta do séc. XIX até 1930, quando acontece a primeira crise mundial do capitalismo. O cultivo e uso do café foram e são de vitais importância para o Brasil, pois foi através dele que se financiou o princípio da nossa industrialização, há também que se lembrar a questão cultural, a cotidianidade do café, uma vez que temos duas refeições com nomes atribuídos a esse vegetal (café da manha e café da tarde). Porém durante o ciclo do café, houve um descaso, ou falta de conhecimento, por parte do governo, da população e, sobretudo dos donos das terras, de uso sustentável da região, e de manejo do solo, essa descaso aliado ao desmatamento para o cultivo geraram problemas ambientais e sociais, que hoje, se agravam, e esse faz necessário uma intervenção para que possa recuperar ambiental e socialmente aquela localidade.
Nesse sentido, o trabalho visa elucidar os principais problemas ambientais daquela região, sugerir estratégias para recuperação das áreas degradadas, assim como implementar um gestão auto sustentável pós recuperação, como turismo nas fazendas histórias e o ecoturismo nos remanescentes de mata atlântica, tentando promover geração da renda sustentável para a população. Para tanto o trabalho se divide em cinco partes.
Num primeiro momento a equipe de trabalho pretende resgatar a história local, visando enaltecer os valores históricos culturais e ambientais da região, tentando sensibilizar a população para que criem, ou aumente um vinculo de efetividade, valorizando a própria cultura, assim como, os trabalhos realizados.
Na segunda parte visamos esclarecer as caracteristicas da biogeográficas e sociais da região do médio Paraíba para então elaborar um zoneamento afim de melhorar o trabalho a ser empregado, tanto no lado social quanto ambiental.
Na terceira parte, após termos resgatado a história e descrescrito as características sócio-ambientais da localidade, apontaremos os principais problemas ali relacionados, para que possamos elaborar estratégias de resolução da problemática diagnosticada, e fomentar um plano que perpassa pela gestão e o planejamento, tentando implementar um governança democrática, participativa, onde se respeite as carências e limitações da sócio-ambientais e visem ultrapassar essas limitações sem descaracterizar a cultura desenvolvida ali.
Na quarta parte do trabalho, faremos uso da Educação Ambiental, como complemento a recuperação das áreas degradadas, a fim de manter o trabalho elaborado, sensibilizando a população para causa ambiental, elucidando que os problemas ambientais são frutos de uma desigualdade social, e que uma reflete na outra, e que cabe a comunidade se organizar e fazer valer de seus direitos, perante as ações da esfera pública e privada, explicando que o espaço em que vivemos é um espaço ideologicamente construído, através do trabalho, e que somos nós os produtores do espaço, pois o espaço é justamente a reprodução das relações de produção.
Na quinta parte a equipe se compromete a elaborar ações de geração de renda auto-sustentável, fazendo uso do ecoturismo e da agricultura familiar de subsistência, num sistema de cooperativa, capacitando a população para tal, fornecendo consultoria, cursos e palestras, num primeiro instante, e treinando alguns moradores para que se mantenha esse programa, de cursos e palestras.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Amizade e Meio Ambiente Ecologia Social : O caso do "Ação Cerv"

Galera beijooooooooo do Guiga até mais comentem, prometo que assim que a monografia ficar pronta disponibilizo aqui
Ahhhhhhhhhhhhhhhhh
sábado, 8 de agosto de 2009
Urbanismo Sanitarista brasileiro começo do Séc. XX
Galera mais um material do curso de planejamento urbano
prometo que escrevo mais sobre esse tema assim que terminar a pós-graduação
abraço fiquem com Deus e estudem
O urbanismo sanitarista foi de vital importância para o planejamento urbano brasileiro, uma vez que, promoveu mudanças higiênico-sanitárias responsáveis por ajudar a eliminar o grande problema epidemiológico nas grandes cidades brasileiras. O urbanismo sanitarista tem como premissa agir de acordo com os interesses da burguesia da época, remodelando as construções dos centros das cidades com influncia dos estilos europeus, seguindo os ideais republicanos do inicio do séc. XX, rearrumando os espaços das cidades para que fiquem de forma mais ampla e arejada, como o programa “Cidades Jardins”, implantado no bairro das Laranjeiras na cidade do Rio de Janeiro, a seguir como cópia de um plano de urbanismo inglês, dessa forma essa categoria de urbanismo acaba por promover a estratificação social ma vez que cria bairros planejados a preços altíssimos atingindo assim, apenas um pequeno grupo de consumidores.
Bjooooooooooo do Guiga
Diferença entre planejamento e gestão urbana
Bom galera como parte do curso que faço a distância pelo CEDERJ de planejamento urbano resolvi escrever alguma coisa, sobre alguns assuntos relacionados ao tema e apesar de não escrever tudo que quero aqui, resolvi escolher algo relacionado ao tema e vai ai pra vcs, espero conseguir ajudar alguns estudantes do tema com minhas resoluções .
Abraço a todos, por favor comentem, concordem e descordem opinem, todos somos produtores de conhecimento faça, sua parte e ajudem a democotizar essa idéia .
bjooooo do Guiga
Planejamento urbano e Gestão urbana.
Afim de melhor elucidar o estudo do conceito de planejamento urbano, buscamos para nossa discussão, um dos maiores cientistas políticos da história, Nicolau Maquiavel, que diz em seu livro, O Príncipe, “Prever para prover”.
As palavras de Maquiavel exemplificam o verdadeiro sentido do termo “planejamento urbano”, que aparece como método de prever processos futuros, identificar a evolução dos fenômenos urbanos, humanos e/ou naturais, com o objetivo de providenciar implementos para coibir ou mesmo ordenar tais fenômenos. Dessa forma, concluímos que, o planejamento urbano é uma forma de antever e prover insumos para coordenar ações no território desejado.
Já a Gestão urbana diferente do planejamento urbano, aparece como uma resolução dos fenômenos urbanos numa escala de tempo presente, imediata e instantânea, mas isso não quer dizer que, não haja planejamento nas ações de gestão, um exemplo claro é a resolução de conflitos provenientes da acumulação de capital que se manifestam na luta de classes, e a cidade surge como palco principal para tal atuação, de conflitos de vários grupos sociais, que apesar de perdurarem no imaginário de seus atores, sua manifestação apresentasse em dias ou horas, dessa forma o planejamento urbano serviria para prevenir o aparecimento desse conflito, e a gestão atuaria durante o conflito, a fim de restabelecer a ordem vigente.
Afim de melhor elucidar o estudo do conceito de planejamento urbano, buscamos para nossa discussão, um dos maiores cientistas políticos da história, Nicolau Maquiavel, que diz em seu livro, O Príncipe, “Prever para prover”.
As palavras de Maquiavel exemplificam o verdadeiro sentido do termo “planejamento urbano”, que aparece como método de prever processos futuros, identificar a evolução dos fenômenos urbanos, humanos e/ou naturais, com o objetivo de providenciar implementos para coibir ou mesmo ordenar tais fenômenos. Dessa forma, concluímos que, o planejamento urbano é uma forma de antever e prover insumos para coordenar ações no território desejado.
Já a Gestão urbana diferente do planejamento urbano, aparece como uma resolução dos fenômenos urbanos numa escala de tempo presente, imediata e instantânea, mas isso não quer dizer que, não haja planejamento nas ações de gestão, um exemplo claro é a resolução de conflitos provenientes da acumulação de capital que se manifestam na luta de classes, e a cidade surge como palco principal para tal atuação, de conflitos de vários grupos sociais, que apesar de perdurarem no imaginário de seus atores, sua manifestação apresentasse em dias ou horas, dessa forma o planejamento urbano serviria para prevenir o aparecimento desse conflito, e a gestão atuaria durante o conflito, a fim de restabelecer a ordem vigente.
Galera mais informações sobre cursos a distância da CEDERJ no site:
http://www.cederj.edu.br/extensao/
Tem cursos em várias áreas, vale a pena conferir
mais um beijoooooo do Guiga
sexta-feira, 20 de março de 2009
Assinar:
Postagens (Atom)